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Sunday, March 27, 2011

Pit Babes do Final de Março

Bom galera acho que não precisa de legenda para as fotos né?


















Pit Babes do Final de Março

Bom galera acho que não precisa de legenda para as fotos né?


















Bruno Giacomelli x Ritchie Valens

O separados no nascimento deste domingo mostra Bruno Giacomelli, principalmente na época da Life era muito parecido com um dos ícones do Rockabilly, Ritchie Valens.

Bruno Giacomelli x Ritchie Valens

O separados no nascimento deste domingo mostra Bruno Giacomelli, principalmente na época da Life era muito parecido com um dos ícones do Rockabilly, Ritchie Valens.

Saturday, March 26, 2011

Ferrari F187 - Gerhard Berger (1987)

Esta miniatura é da marca Ixo – La Storia.

Após vários anos a projetar os F1 da McLaren, John Barnard terminou a sua ligação com a equipe de Ron Dennis, o projeto MP4/2 estava esgotado e era agora tempo de iniciar uma nova parceria. Foi com essa ideia que John Barnard, ainda em 1986, chegou a acordo com a Ferrari para projetar os novos carro para a temporada de 1987.







O Ferrari F187, de 1987, teve já a contribuição de John Barnard, que contou também com a participação de Gustav Brunner. A equipe Ferrari manteve o piloto italiano, Michelle Alboreto e contratou piloto o austríaco Gerhard Berger (ex-Benetton) para substituir Stefan Johansson (sueco), que por sua vez rumou para a McLaren. Gerhard Berger tornara-se no último ano num piloto bastante promissor e Enzo Ferrari não perdeu tempo em contratá-lo.

O Ferrari F187 dispunha do motor Ferrari Tipo 033D de 1496 cc com 6 cilindros em V a 90º e debitava 880 cv de potência às 11500 rpm. Os pneus utilizados eram os GoodYear. Foi com uma nova esperança que a equipe Ferrari iniciou a temporada de 1987 tendo em vista apagar a má temporada de 1986, na qual não conseguiu resultados dignos de registo (i.e. sem vitórias, sem pole-positions e sem melhores voltas).

A nova temporada iniciou ainda sob o signo da McLaren, isto porque Alain Prost (francês) venceu o primeiro e o terceiro GP (Brasil e Bélgica); o piloto inglês, Nigel Mansell, da Williams venceu a segunda prova, em San Marino e Nelson Piquet sofria aqui um grave acidente que o afastaria da prova (diz-se que este acidente afetou a sua visão, dificultando a sua capacidade de pilotar). Era com alguma surpresa, ou talvez não, que Prost (bi-campeão) se via em primeiro lugar no campeonato, uma vez que o favoritismo ia todo para a Williams e seus pilotos (Mansell e Piquet).

A Ferrari por sua vez enfrentava algumas dificuldades, apesar de um resultado inicial satisfatório de Berger (4º no Brasil) e Alboreto (3º em San Marino). A temporada iria ser difícil para os homens de Maranello…
Seguiram-se duas vitórias para o brasileiro Ayrton Senna (Lotus) nos GP’s do Mónaco e EUA. Com estes resultados Senna assumia a liderança, enquanto Prost perdia a vantagem inicial; por sua vez Nelson Piquet começava a coleccionar segundos lugares. Na Ferrari, Gerhard Berger voltava a marcar pontos com os dois 4ºs lugares no Mónaco e nos EUA, por sua vez Michelle Alboreto subia ao pódio, 3º lugar no Mónaco.

Os seis GP’s que se seguiram à prova americana foram dominados pela Williams e seus pilotos, que assim se afirmaram como os principais candidatos aos títulos: Nigel Mansell venceu na França e na Grã-Bretanha enquanto Nelson Piquet, que continuava na sua senda de regularidade, terminava em segundo lugar nas duas provas; na Alemanha e Hungria, Nelson Piquet regista as suas primeiras vitórias do ano, assumindo a liderança do campeonato e beneficiando do fato de Mansell não ter pontuado nestas duas provas; no GP da Áustria Nigel Mansell volta às vitórias com Piquet em segundo lugar; no GP da Itália Piquet vence e beneficia com a intromissão de Senna em segundo, à frente de Mansell. Após vários GP’s sem pontuar a Ferrari consegue três pontos com o 4º lugar de Berger… as coisas pareciam querer melhorar para os lados de Maranello.

No GP de Portugal Alain Prost quebrava finalmente o mítico recorde de 27 vitórias de Jackie Setwart, que perdurava desde 1973. Contudo a 28ª vitória de Prost teve a inesperada resistência de Gerhard Berger; efetivamente o piloto da Ferrari fez a pole-position e esteve muito perto de impedir a vitória do francês: Berger assumiu a liderança da prova na segunda volta e só muito perto do final (a 3 voltas do fim) perdeu o primeiro lugar para Prost devido a um pião causado pela pressão que o francês vinha fazendo e pelo desgaste dos pneus do Ferrari. Salvou-se o segundo lugar… Piquet preocupado em amealhar mais pontos terminou na terceira posição.

Nos GP de Espanha e do México a Williams continuou em grande com Mansell a vencer as duas corridas mantendo a esperança de poder bater o seu colega de equipe, Piquet, na corrida pelo título. Desistindo na Espanha, Berger ainda chegou a liderar a prova mexicana mas abandonaria também.

No GP do Japão Nigel Mansell sofre nos treinos um aparatoso acidente que o afastou da corrida; deste modo ficava resolvida a questão do título a favor de Nelson Piquet. Era a conquista do seu terceiro título.

Dando mostras da subida de rendimento da Ferrari, Gerhard Berger efetuou a pole-position e liderou grande parte da corrida nipónica. Com esta vitória a Ferrari quebrou um jejum de mais de 2 anos sem vencer (a última vitória tinha acontecido no GP da Alemanha em 1985). Michelle Alboreto terminou a prova em 4º lugar.
A miniatura que hoje apresento é alusiva a esta vitória de Gerhard Berger no GP do Japão de 1987.

Para terminar o campeonato em grande a Ferrari dominou por completo o fim-de-semana em Adelaide: Berger efetuou a pole-position, liderou todas as voltas e venceu, juntado a isso a melhor volta da corrida; Michelle Alboreto “herdou” o segundo lugar depois da desclassificação de Ayrton Senna. Um resultado de sonho para a Ferrari, dando excelentes indicações para o campeonato de 1988… que não passariam disso mesmo, como todos nós sabemos.
A Williams conquista o título de construtores e Nelson Piquet sagra-se campeão. A Ferrari termina o ano na quarta posição, sendo Gerhard Berger o 5º classificado com 36 pontos (2 vitórias) e Michelle Alboreto o 7º com 17 pontos.

Os pilotos do Ferrari F187 em 1987 foram: Michele Alboreto #27 e Gerhard Berger #28.
Vitória: 2 (G. Berger: 2)
Pole-position: 3 (G. Berger: 3)
Melhor volta : 3 (G. Berger: 3)

Ferrari F187 - Gerhard Berger (1987)

Esta miniatura é da marca Ixo – La Storia.

Após vários anos a projetar os F1 da McLaren, John Barnard terminou a sua ligação com a equipe de Ron Dennis, o projeto MP4/2 estava esgotado e era agora tempo de iniciar uma nova parceria. Foi com essa ideia que John Barnard, ainda em 1986, chegou a acordo com a Ferrari para projetar os novos carro para a temporada de 1987.







O Ferrari F187, de 1987, teve já a contribuição de John Barnard, que contou também com a participação de Gustav Brunner. A equipe Ferrari manteve o piloto italiano, Michelle Alboreto e contratou piloto o austríaco Gerhard Berger (ex-Benetton) para substituir Stefan Johansson (sueco), que por sua vez rumou para a McLaren. Gerhard Berger tornara-se no último ano num piloto bastante promissor e Enzo Ferrari não perdeu tempo em contratá-lo.

O Ferrari F187 dispunha do motor Ferrari Tipo 033D de 1496 cc com 6 cilindros em V a 90º e debitava 880 cv de potência às 11500 rpm. Os pneus utilizados eram os GoodYear. Foi com uma nova esperança que a equipe Ferrari iniciou a temporada de 1987 tendo em vista apagar a má temporada de 1986, na qual não conseguiu resultados dignos de registo (i.e. sem vitórias, sem pole-positions e sem melhores voltas).

A nova temporada iniciou ainda sob o signo da McLaren, isto porque Alain Prost (francês) venceu o primeiro e o terceiro GP (Brasil e Bélgica); o piloto inglês, Nigel Mansell, da Williams venceu a segunda prova, em San Marino e Nelson Piquet sofria aqui um grave acidente que o afastaria da prova (diz-se que este acidente afetou a sua visão, dificultando a sua capacidade de pilotar). Era com alguma surpresa, ou talvez não, que Prost (bi-campeão) se via em primeiro lugar no campeonato, uma vez que o favoritismo ia todo para a Williams e seus pilotos (Mansell e Piquet).

A Ferrari por sua vez enfrentava algumas dificuldades, apesar de um resultado inicial satisfatório de Berger (4º no Brasil) e Alboreto (3º em San Marino). A temporada iria ser difícil para os homens de Maranello…
Seguiram-se duas vitórias para o brasileiro Ayrton Senna (Lotus) nos GP’s do Mónaco e EUA. Com estes resultados Senna assumia a liderança, enquanto Prost perdia a vantagem inicial; por sua vez Nelson Piquet começava a coleccionar segundos lugares. Na Ferrari, Gerhard Berger voltava a marcar pontos com os dois 4ºs lugares no Mónaco e nos EUA, por sua vez Michelle Alboreto subia ao pódio, 3º lugar no Mónaco.

Os seis GP’s que se seguiram à prova americana foram dominados pela Williams e seus pilotos, que assim se afirmaram como os principais candidatos aos títulos: Nigel Mansell venceu na França e na Grã-Bretanha enquanto Nelson Piquet, que continuava na sua senda de regularidade, terminava em segundo lugar nas duas provas; na Alemanha e Hungria, Nelson Piquet regista as suas primeiras vitórias do ano, assumindo a liderança do campeonato e beneficiando do fato de Mansell não ter pontuado nestas duas provas; no GP da Áustria Nigel Mansell volta às vitórias com Piquet em segundo lugar; no GP da Itália Piquet vence e beneficia com a intromissão de Senna em segundo, à frente de Mansell. Após vários GP’s sem pontuar a Ferrari consegue três pontos com o 4º lugar de Berger… as coisas pareciam querer melhorar para os lados de Maranello.

No GP de Portugal Alain Prost quebrava finalmente o mítico recorde de 27 vitórias de Jackie Setwart, que perdurava desde 1973. Contudo a 28ª vitória de Prost teve a inesperada resistência de Gerhard Berger; efetivamente o piloto da Ferrari fez a pole-position e esteve muito perto de impedir a vitória do francês: Berger assumiu a liderança da prova na segunda volta e só muito perto do final (a 3 voltas do fim) perdeu o primeiro lugar para Prost devido a um pião causado pela pressão que o francês vinha fazendo e pelo desgaste dos pneus do Ferrari. Salvou-se o segundo lugar… Piquet preocupado em amealhar mais pontos terminou na terceira posição.

Nos GP de Espanha e do México a Williams continuou em grande com Mansell a vencer as duas corridas mantendo a esperança de poder bater o seu colega de equipe, Piquet, na corrida pelo título. Desistindo na Espanha, Berger ainda chegou a liderar a prova mexicana mas abandonaria também.

No GP do Japão Nigel Mansell sofre nos treinos um aparatoso acidente que o afastou da corrida; deste modo ficava resolvida a questão do título a favor de Nelson Piquet. Era a conquista do seu terceiro título.

Dando mostras da subida de rendimento da Ferrari, Gerhard Berger efetuou a pole-position e liderou grande parte da corrida nipónica. Com esta vitória a Ferrari quebrou um jejum de mais de 2 anos sem vencer (a última vitória tinha acontecido no GP da Alemanha em 1985). Michelle Alboreto terminou a prova em 4º lugar.
A miniatura que hoje apresento é alusiva a esta vitória de Gerhard Berger no GP do Japão de 1987.

Para terminar o campeonato em grande a Ferrari dominou por completo o fim-de-semana em Adelaide: Berger efetuou a pole-position, liderou todas as voltas e venceu, juntado a isso a melhor volta da corrida; Michelle Alboreto “herdou” o segundo lugar depois da desclassificação de Ayrton Senna. Um resultado de sonho para a Ferrari, dando excelentes indicações para o campeonato de 1988… que não passariam disso mesmo, como todos nós sabemos.
A Williams conquista o título de construtores e Nelson Piquet sagra-se campeão. A Ferrari termina o ano na quarta posição, sendo Gerhard Berger o 5º classificado com 36 pontos (2 vitórias) e Michelle Alboreto o 7º com 17 pontos.

Os pilotos do Ferrari F187 em 1987 foram: Michele Alboreto #27 e Gerhard Berger #28.
Vitória: 2 (G. Berger: 2)
Pole-position: 3 (G. Berger: 3)
Melhor volta : 3 (G. Berger: 3)

Friday, March 25, 2011

GP do Brasil de 1991

O Grande Prêmio do Brasil realizado em Interlagos a 24 de Março de 1991.
Os Olhos do mundo inteiro estavam em Interlagos para a 2ªEtapa do Mundial de Formula 1, a disputa pela pole foi muito intensa, as Williams mostraram força no Treino até que Senna na sua última volta conseguiu tirar a pole de Ricardo Patrese e Nigel Mansell e desse modo conquistar mais uma pole em sua carreira. as Ferraris ficaram na 3ªFila, As Benetton acabaram fazendo tempos muito modestos, no nível dos pilotos de equipes médias. e Gugelmin fez um treino espetacular com o 8ºlugar de Leyton House-Ilmor Na Quinta fila tinhamos a Tyrrell de Modena e Gachot de Jordan a briga pelo 5ºlugar. Um Fato Triste nessa corrida é ver as Duas Brabham-Yamaha largando da última fila, era deprimente ver um time que foi a 8 anos atrás campeão com Nelson Piquet, nesa situação.
Com a pista úmida, o brasileiro dominou o primeiro treino e a primeira qualificação. Sim, naquele tempo eram duas sessões, uma na sexta-Feira e outra no sábado e os tempos combinados entre elas definiam o grid de largada. Mas no sábado Interlagos amanheceu com um sol forte e as Williams cresceram. Nigel Mansell e Riccardo Patrese fizeram dois belos tempos e ficaram com a primeira fila.
No entanto, quem viveu a época Senna lembra que ele gostava sempre de ir para a pista no último segundo, para ser o último a completar uma volta, que geralmente era a mais rápida. E naquela tarde em São Paulo não foi diferente e lá foi o piloto da McLaren para sua volta salvadora. Usando cada milímetro da pista, Senna conseguiu o que parecia impossível e marcou a pole position.
Ayrton Senna decidiu que ganharia de qualquer maneira o GP de 1991, naquela oitava tentativa.
Depois dos pilotos partirem para a volta de apresentação, a expectativa para a largada era grande, foram apenas 10 a 15 segundos de coração na boca, mas Senna faz belissima largada. Patrese acaba não largando bem e Mansell assumia a 2ªPosição, a partir dai começava uma guerra entre a Mclaren de Senna e a Williams de Mansell, uma terrivel batalha em Interlagos. Para Aguri Suzuki e Gabriele Tarquini a corrida acabou na primeira volta da corrida, uma pena. Piquet foi outro que largou bem e ganhou a posição de Prost, e Alesi assumiu a 4ªPosição. Senna completa a primeira volta em primeiro, com Mansell em 2º, Patrese em 3º, Alesi em 4º, Berger em 5º e Piquet em 6º.

Mansell já vinha pra cima de Senna e impos um ritmo bem forte para lutar pela liderança da corrida, Patrese já ficava longe para disputar com Senna e Mansell. As Williams queriam mostrar as Mclarens que estavam a altura de disputar vitórias junto com a Mclaren de Senna e de Berger. na volta 5 a diferença de Senna para Mansell era de 1 Segundo e 3 Decimos. Patrese esta em 3º, Alesi e Berger colados em 4º e 5º e Piquet em 6º tinha a estratégia de Duas paradas, Prost em 7] e depois uma boa briga no Grupo Intermediario Entre Modena, Gugelmim, Gachot, De Cesaris, Moreno. Classificação após 5 Voltas: Senna (6:53.240), Mansell (a 1.399), Patrese (a 5.719), Alesi (a 8.084), Berger (a 9.473), Piquet (a 11.806).
Nas primeiras voltas Senna buscava a vantagem de 3 Segundos que sempre ele dizia que dava tranquilidade para ele, a Vantagem chegou quase aos 3 Segundos, Mas Mansell imprimia um ritmo forte e dessa forma não deixava Senna abrir. Mauricio Gugelmim abandonva a corrida com problemas fisicos, o extintor de incendio da Leyton House explodiu provocando queimaduras a Gugelmim.
Classificação após 11 Voltas: Senna (15:03.872), Mansell (a 2.369), Patrese (a 9.254), Alesi (a 13.562), Berger (a 15.187), Piquet (a 20.135), Martin Brundle foi o primeiro a ser retradatalho, Senna perde um pouco de tempo, enquanto Mansell não perde tempo, a vantagem de Senna caiu para apenas 2 Segundos. Depois de 15 voltas o Rendimento da Williams era impressionante, mas Senna tinha os retardatalhos seriam uma bela arma pra distânciar de Mansell. Nakajima na Volta 13 rodou e abandonou a corrida. Na Volta 17 Prost faria a primeira troca entre as equipes Grandes, Na mesma volta Capelli tambem abandonava a corrida com problemas na caixa de Câmbio da Leyton House, Outro que abandona a corrida era Stefano Modena com a Tyrrell-Honda, e seria uma ameaça muito grande para as Benettons na luta pelos pontos.
Classificação após 20 voltas Completadas: Senna (27:24.604), Mansell (0.745), Patrese (14.523), Alesi (22.203), Berger (25.102), Piquet (29.164), Mansell chegava de forma perigosa em Senna até poderndo começar a lutar pela liderança da corrida com Senna, Na Volta 22 finalmente Mansell se aproximou de vez de Senna, Mas a esperança era 2 retradatalhos em que Senna conseguisse ganhar tempo em cima de Mansell e afugentar ele Conseguiu deixar Boutsen entre eles, mas nada adiantou, Mansell jáse recuperou e voltou a estar em cima de Senna. Era a Pressão da Williams que se mostrava mais equilibrada que a Mclaren-Honda. Mas na Volta 24 para 25 Mansell foi para os Boxes, e a Williams trabalhou de forma rapida, mas o carro de Mansell morreu e demorou pra sair, resultado 14 Segundos nos boxes e perda de tempo na corrida. Tudo que o Senna queria na Vida era isso naquele momento. Mansell voltou em 4º Atrás de Alesi e na Frente de Gerhard Berger. Na Volta 26 Senna faz sua parada, e simplismente foram precisos 6.93 que deixaram Senna com muita vantagem para Mansell a partir que todos os que não trocaram os pneus, pararem, Senna ficaria com no mínimo uns 7 segundos na frente de Mansell. Patrese que não tinha feito a Troca aparecia em 2º, com Alesi em 3º.
A Classificação após 27 voltas era essa: Senna (37:21.339), Patrese (3.243), Mansell (8.047), Alesi (12.123), Berger (13.407), Piquet (17.284). Senna procurava passar os retradatalhos rápido para ter mais tranquilidade, Patrese vai aos boxes, a Troca os Pneus foi rápida, 7.58, Berger Tambem Troca os Pneus. Alesi foi o último dos primeiros a pararem aos Pits, Somente Piquet não trocou os pneus, Piquet teria essa estratégia, não pensando em parar para troca de pneus. Senna tinha 8 segundos de diferença para Mansell após a volta 30, Mas Mansell estava fazendo a vantagem despencar, só em uma volta caiu em 8 decimos essa diferença. Piquet estava em 3º, Mas Patrese voava pra cima de Piquet, a Diferença já estava em 3 Segundos apenas, essa era a consequencia da estratégia de Não trocar os pneus. Tambem valeu para Moreno isso, mas ele estava apenas na 7º, 8ª posições, Na Volta 35 Patrese usou a força de seu carro, Chassi e Motor e passou Piquet com o os pneus já desgastados., Eric Bernard que vinha bem na corrida abandonou com problemas no Radiador, Com 35 Voltas a Classificação era a seguinte: Senna (46:53.376), Mansell (6.876), Patrese (28.928), Piquet (29.066), Prost (35.770), Alesi (39.903). Blundell tambem deixava a corrida com problemas no problematico motor Yamaha V12. 16 pilotos estavam vivos na corrida até aquele momento. Alesi em 7º tentava aproxímação em cima de Berger que era o 6ºcolocado.
Na Volta 38 Prost parava para uma segunda troca de pneus, uma tentativa de Subir na corrida, ou por que os pneus de Prost estavam se desgastando rapido demais., Mansell vinha diminuido volta após volta a diferença para Senna 4.343 era diferença entre os dois, nas doias voltas seguintes Senna perdia mais um segundo a diferença agora era de 3.2 Segundos, Mansell chegava de vez em cima de Senna, Piquet estava lutando para manter a estratégia dele na corrida, mas tinha Berger perto dele para lugar pelo 4ºlugar.
Volta 41: Senna - Mansell - Patrese - Piquet - Berger - Alesi - Prost - Moreno - Gachot. esses eram os 9 primeiros colocados. depois da Volta 41 Senna só tinha 2.970 de vantagem para Mansell, Alesi partia tambem para mais uma troca de pneus, nenhuma novidade, a troca foi otima 6.46 Segundos, como é sempre tradicional para a Ferrari. Na Volta 42 Senna aumentava a vantagem para 3.4 Segundos, isso com muito esforço para manter a ponta. Berger passa Piquet com os pneus desgastados no na reta dos boxes na entrada do S do Senna na volta 43. Senna estava acelerando muito e conseguia através da maior agilidade pra passar os retradatalhos conseguia aumentar a vantagem para Mansell.
Na Volta 46 Piquet ira para os Boxes para uma inprevista parada, mas estava impossivel fazer a corrida com o mesmo pneu, A Estratégia foi por água a baixo com isso. Senna colocava 3 retradatalhos em cima de Mansell, e nessa hora Senna acelerou tudo e fez a vantagem subir para 7.777 segundos e a Williams estava já pronta para uma parada de troca de pneus, Na Volta 49 Martini abandonava a corrida por causa de uma rodada, erro dele.
Na Volta 51 Mansell foi para os Boxes para a Segunda parada, 9.53 e por pouco Mansell não leva o mecânico junto, Mclaren estava pronta para uma Troca, pois Mansell viria com tudo pra cima de Senna com os pneus Desgastados. Moreno tambem foi para trocar os pneus Pirelli, Senna tinha 34 segundos na Frente de Mansell, mas agora dependia dele se ele queria manter na pista com os pneus nas últimas ou ir para uma parada? essa era a questão da corrida. Mansell na Volta 52 virou 1:20.5, Senna 1:23. era bastante preocupante esse tempo de Senna em relação aos tempos de Mansell, pois isso seria mais que suficiente para Mansell chegar e passar Senna, Comas abandonou a corrida com problemas no motor Lamborghini V12, Senna estava com problemas para segurar o carro, mas a chuva começava a chegar e já tinha um pouco de chuva caindo na pista, mas chuve pouco, Senna Fazia pressão para o Diretor de Prova para terminar a corrida.
Tudo isso restado 15 voltas para o Final, Senna tinha 23 segundos na Frente de Mansell, mas Mansell baixava 2 segundos por volta praticamente. era um desempenho fantastico. a Mclaren tirou os pneus para trocar, Senna ou desistiu de fazer a troca ou pediou os pneus de pista Molhada. a Chuva diminuia e depois apetava, mas não o bastante para molhar a pista totalmente, a Pista estava era umida, melada.
Mas Restando 12 voltas para o Final da corrida Mansell Roda, no S do Senna, ele volta a corrida mas o Câmbio já tinha quebrado, Fim de corrida para o Leão, que deu um show, mas acabou fora da corrida de novo. Senna agora tinha uma vantagem de 40 segundos na Frente de Patrese, agora eram 11 voltas para Senna administrar a corrida. mas o drama da corrida ainda estava por vi, o maior de todos os problemas. Com 60 voltas, o que poderia impedir a vitória de Senna em Interlagos, uma vitória quase certa.
A 10 Voltas do Final a Lotus-Judd de Mika Hakkinen se aproximava de Senna e andava junto da Mclaren-Honda V12, Na Volta 61 Senna virou 1:27 com Patrese virando 1:23, algo estava estranho, Senna não iria diminuir o seu ritmo de corrida de forma tão gritante assim, a Unica justificativa que poderia se ter, o altissimo desgaste dos pneus de Senna, mas algo que o público não sabia era que o Câmbio de Senna estava enfrentando problemas, as marchas já começavam a não entrar, e as voltas ficavam mais e mais lentas, na volta 65 Senna virava 1:28.3, e Patrese virava 1:21.3, Gachot a poucas voltas do Final Abandonava a corrida após boa corrida. Senna virava de novo 1:28 e Patrese 1:22. O carro de Senna já demonstrava sério problemas, estava lento a diferença era de 14.080, mas caia assutadoramente.
Na Volta 67, Senna fazia 1:25 Mas Patrese virou 1:21.4, 4 Voltas para terminar a corrida, Patrese vinha com tudo pra cima de Senna, que agora tinha que mostrar o seu enorme talento em conduzir um carro com problemas. a 3 Voltas do Final Patrese diminuia de 9 para 5 Segundos, restando 3 Voltas para o Final de Corrida era um verdadeiro Drama de Senna para tentar a vitória, na Volta 69 Senna conseguia 1:24 contra 1:25, 4 Segundos na Frente de Patrese eram 8 kilometros, os mais dificeis da Carreira dele.
Na Última volta era um verdadeiro martilho para Senna e a torcida, 4 kilometros, um pouco mais de 4 kilometros para concretizar um sonho que estava sendo alimentado a 7 anos, em sua 8 corrida no Brasil, Senna queria a consagração diante de sua torcida.
A chuva aumentou e a direção de prova decidiu encerrar a prova.
Senna venceu por apenas 2,9 segundos de Patrese, tendo que ser retirado do carro devido à exaustão. Berger completou o podium.

O esforço foi tão grande que o Senna teve que se resgatado pelo Safety Car, pilotado por Wilson Fittipaldi, para retornar aos boxes. Na chegada ao pit lane, o piloto vê o pai dentre as várias pessoas que o cercavam e gritou para que se aproximasse. Quando chegou perto do pai, Senna desabou no ombro dele e pediu um beijo. No pódio, faltou força para levantar o troféu, devido aos espasmos musculares que sentiu no fim da prova.
“Só voltei à realidade quando vi a bandeirada. (3s à frente de Patrese). Aí senti um imenso prazer em viver, em estar em Interlagos, na minha terra e vendo a minha gente feliz. Não foi a maior vitória da minha vida, mas foi a mais sacrificada.”
Há quem considere a façanha impossível e fique procurando algum sinal nos vídeos onboard. O fato de o piloto reduzir para pegar sua bandeira do Brasil com um fiscal seria a prova de que o carro não tinha tantos problemas, mas o sofrimento estampado no rosto de Senna naquele pódio vale mais que mil palavras.

Foi uma corrida de gigante, uma vitória de gênio, que o engrenou para a conquista do tricampeonato.

  • Extensão da Pista e Número de Voltas 4,325 m e 71 Voltas
  • Pole Position Ayrton Senna 1'16"392
  • Volta mais rápida Nigel Mansell 1'20"436
  • Líder por volta Ayrton Senna - 1ª à 71ª
  • Pilotos que concluíram a prova 13
  • Abandonos 13