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Wednesday, November 16, 2011

O fim do inchaço

Caros Amigos do Gpexpert,

Passamos, neste último fim de semana, pela penúltima etapa da temporada 2011. Etapa fora do comum, já que Vettel não venceu e a RBR nem sequer foi ao pódio, pela primeira vez no ano. Aliás, talvez, a primeira falha de 2011. O pneu foi dado como furado, logo na segunda curva, mas olhando os vídeos fica um sensação que o pneu saiu da roda, o que poderia ter sido causado por um erro de montagem do pneu com a roda, mas não saberemos e pouco importa...
Lewis Hamilton, mais uma vez, brilhou e renasceu, fez uma corrida precisa e correta (fora do seu padrão em 2011), conduzindo a Mclaren ao quinto triunfo na temporada. Porém, não chegará a briga do vice-campeonato. Um briga que se resume a Button, Alonso e Webber, mas praticamente aos dois primeiros.
Alonso, por sua vez, fez mais uma boa corrida levando a Ferrari ao segundo lugar e se mantendo firme na briga do vice. Felipe sonhou com o pódio, mas mais uma vez ficou com o quinto lugar. Depois das 11 vitórias de Vettel, acho que não teve piloto que mais repetiu a mesma posição na temporada. Massa em quinto, seis vezes!! Lamentável...
De resto, o resto de sempre. Webber, mesmo sem Vettel na pista, não fez nada de útil e a corrida de Abu Dhabi não foi das melhores, como esperávamos, embora não foi tão ruim assim.

Um espaço especial para a pista dos sauditas, mesmo havendo muitas críticas, acredito que falta pouca coisa para que fique boa as corridas. O evento, em si, é muito bem feito. O local é muito bonito, a pista é segura e o fato de ser no fim de tarde e início da noite, dá um charme.Falta um traçado mais desafiador e que facilite as ultrapassagens.
Solução: tornar as curvas que antecedem as retas menos lentas, o que diminuiria turbulência e facilitaria a utilização do vácuo. Receita simples, mas eficiente.

Porém, o grande fato da semana, que remete ao título do post de hoje, é o "fim do inchaço", isto é, aquele campeonato lotado de corridas parece estar chegando ao fim. Depois de um anúncio de 20 etapas para 2012, deveremos ter 16 ou 17 etapas.
O motivo aparente é o elevado valor da parcela de adesão para a realização das etapas, parcela que Bernie Ecclestone não abre a mão e já vitimou a Turquia e muito provavelmente derrubará a Coreia do Sul. Essas duas praças além de carecer do dinheiro, carecem de interesse do seu público em lotar o autódromo, o que acaba sendo mortal para os organizadores.
Outro que deve ser retirado do calendário de 2012, é o GP do Bahrein, que mais uma vez sofre com a falta de segurança política naquele país. Não fará muita falta.

Entretanto, a grande bomba é o cancelamento do GP de Austin, GP que foi tão celebrado por muitos, até mesmo, aqui nesta coluna...
O projeto foi natimorto. Causou uma grande expectativa, já que seria um autódromo totalmente novo que seria feito para F1 e MotoGP. Com subidas, decidas, retas longas, curvas de vários ângulos. Porém, a coisa ruiu, rapidamente, quando o acordo entre "as partes" interessadas ficou apenas no verbal e afundou de vez, quando New Jersey resolveu fazer o tão sonhado circuito de rua, próximo a "Big Apple" que tanto Bernie Ecclestone queria ( para quem não sabe, era para ter uma corrida nestas condições em 1983, só que a corrida foi cancelada e trocada 2 meses antes por Brands Hatch).
Como seria muito pouco provável que os EUA segurassem duas etapas na F1, os texanos viram que seu GP seria um "tampa buraco" em 2012, e perceberam que o autódromo seria apenas um grande gasto. Com isso se mandaram, fizeram o lógico.

Embora, pareça bombagem será uma perda significativa. Além do calendário ficar mais curto, o projeto da pista parecia muito interessante e com certeza, seria a grande novidade de 2012, porém, não sairá do papel.

Abaixo o vídeo belo vídeo do natimorto.

Abraços and keep yourself alive!!!



Largada: GP da Austrália de 1988

A coluna Start your Engines desta quarta é ilustrada pela largada do GP da Austrália de 1988 onde, o francês Alain Prost foi o grande vencedor da prova, o francês ainda fez a volta mais rápida da prova, mas, a pole position coube a Ayrton Senna que terminou a prova em segunda e Nelson Piquet com sua Lotus completou o podium.

Campeão do Coração. Um dos maiores da F1

Gilles iniciou sua carreira na F-1 na temporada de 1977 no grande prêmio da Inglaterra dirigindo um "terceiro" carro da McLaren que na verdade era um bólido de 1974 (sim, o mesmo com que Fittipaldi ganhou o título) e mesmo com um carro de 3 anos atrás chamou a atenção do circo da F-1 e um contrato com a Ferrari ainda no mesmo ano.


Gilles teve 4 temporadas completas com o time italiano, 78,79,80 e 81. Passou por altos e baixos, tinha um estilo parecido com o de Senna de não se importar com o segundo lugar e tentar vencer sempre, com a consequência de sofrer muitos acidentes. No caso de Gilles era ainda mais grave já que os compostos eram bem menos seguros.

Em 1982 Gilles era o grande favorito ao título, mas ao invés de comemorar seu tão aguardado título (era questão de tempo para que ele conseguisse) o mundo chorou a sua morte em um trágico acidente no treino classificatório.

Gilles não se tornou campeão, ele nasceu um. E será lembrado sempre como um dos maiores pilotos de todos os tempos. Um dos poucos Gentleman's que passaram pela F-1.

Tuesday, November 15, 2011

raio X: McLaren MP4/2B


O MP4/2B  é o modelo da McLaren da temporadas de 1985 da F1 respectivamente. Foi guiado por Niki Lauda, Alain Prost, John Watson. A equipe com o modelo MP4/2 conquistou o Mundial de Pilotos e de Construtores em  1985.


Informações técnicas
  • Designer John Barnard
  • Motor TAG Porsche P01 V6 turbo
  • Caixa de velocidades MP4/2: McLaren/Hewland FGB 5 velocidades
  • MP4/2B: McLaren/Hewland 5 velocidades
  • MP4/2C: McLaren 6 velocidades
  • Distância entre os eixos 2794 mm
  • Peso bruto (kg) 540 kg
  • Tanque (l) 220 L

Monday, November 14, 2011

Olimpíadas 2016 SIM, destruir o autódromo NÃO!

Ontem foi dia da última rodada dupla do Carioca de Turismo, em Jacarepaguá, e eu me pergunto: e agora? Vou usar o Maracanã como exemplo para começar a minha dissertação. Já foram descobertas diversas irregularidades em licitações, superfaturamento, a obra já foi paralisada e hoje está em atraso. Com isso tudo, pode ser que o estádio nem receba a seleção brasileira durante a Copa...


E eu pergunto de novo: vale a pena? Vale a pena transformar Jacarepaguá em um canteiro de obras que certamente serão superfaturadas? Obras que custarão uma fortuna para os nossos bolsos, e que serão utilizadas somente durante as Olimpíadas? E será que vale a pena assistir à destruição desse patrimônio (construído com o nosso dinheiro) logo após os jogos para favorecer construtoras que lucrarão bilhões, ou trilhões, ou sei lá quanto vendendo apartamentos em Jacarepaguá como se fossem na Barra?!

Isso mesmo! Essa é a jogada. Vou explicar de maneira bem simples: primeiro destroem o autódromo para construir as instalações para as Olimpíadas. Depois destroem tudo de novo para que o terreno seja utilizado pelas construtoras em que o Sr. Prefeito têm participação. Fazem uma porrada de condomínios, vendem pelo valor de um apartamento na Barra e o prefeito enche o rabo de dinheiro.

Vou bater novamente na tecla do PAN de 2007. Tem cabimento o troféu Maria Lenk de Natação ser disputado no complexo Júlio Delamare, no Maracanã? O enorme Parque Aquático Maria Lenk (que foi construído para os jogos pan-americanos) está lá! Entregue ao abandono, à destruição e à dengue.

Outro “legado” (não é assim que o Prefeito gosta de chamar as suas falcatruas?!) deixado pelo PAN é o Velódromo. Alguém já foi no velódromo? Alguém já soube de alguma competição de bicicleta naquele lugar depois dos jogos? Alguém sabe que aquela pista de madeira custou uma fortuna e hoje está inutilizada devido ao seu estado de abandono?!

Agora, por falar em abandono, falemos das condições atuais do Autódromo de Jacarepaguá:

Durante todo esse ano sequer tivemos água encanada por lá (para todos os eventos foram contratados caminhões-pipa). Em algumas ocasiões faltou energia, e os dois geradores estavam (e continuam) quebrados. No paddock não há sequer um ar-condicionado, as portas estão quebradas (assim como o vidro das janelas) e o rebaixamento do teto está destruído em vários pontos. Os portões de entrada, as grades de proteção (quando ainda existem) e arquibancadas estão muito enferrujadas, inclusive com risco de cair. O mato cresce até mesmo no meio da pista, e as barreiras de pneus só estão mais ou menos porque foram reformadas pela organização da F-Truck (quando correram aqui em junho)...

... Esse é o retrato de uma instalação esportiva administrada pela Prefeitura do Rio de Janeiro.

Esta mesma prefeitura tenta vender o peixe de um novo autódromo em Deodoro, a um custo aproximado de 200 milhões; “um moderno complexo esportivo que terá como objetivo a inclusão social”. Ora, a região de Deodoro é, em sua maioria, ocupada por famílias carentes e de baixa renda que praticarão... Automobilismo? Um esporte baratinho, né?! Um esporte que é mania nacional, né?! Porra nenhuma! Pra começar, o terreno em questão é tão ruim que nem o Exército quer. Uma área de proteção ambiental rodeada de favelas dominadas pelo tráfico e com um único acesso: a congestionada Av. Brasil. 


Não precisa ser nenhum gênio para chegar à conclusão de que seria muito mais “barato” e racional reformar o autódromo deixando-o onde ele está, e transferindo as instalações provisórias das Olimpíadas para Deodoro (estes sim, esportes muito mais característicos para uma inclusão social).

Vamos acordar, vamos protestar: Olimpíadas em 2016 SIM, destruir o autódromo NÃO!

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Lap Chat: GP de Abu Dhabi de 2011

Veja o eletrocardiograma do GP de Abu Dhabi de 2011, Veja mais detalhes sobre o GP aqui.

Friday, November 11, 2011

Desfoque: Emerson Fittipaldi - GP da França de 1972


A coluna desfoque desta sexta é ilustrada pelo brasileiro Emerson Fittipaldi com sua Lotus-Ford em 1972 no Grand Prix da França de 1972 disputado em Clermont-Ferrand. Emerson largou em 3° e terminou a prova em 2°, o vencedor foi Jackie Stewart, completou o podium Chris Amon.

Saiba mais sobre este GP.

O "leão" em Donington

O vídeo abaixo (que vi pela primeira vez não lembro onde) mostra Nigel Mansell participando da etapa do BTCC (campeonato de turismo inglês) em Donington, como convidado. Ele está a bordo do Ford Mondeo azul.

Não vi Mansell na F1, mas, vendo esse vídeo não é difícil imaginar porque o chamam de "leão". As disputas (debaixo de um aguaceiro da porra) são inacreditáveis! Assisti umas 10 vezes e não me canso de ver e vibrar em todas as oportunidades.

Divirta-se!





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GP do Canadá de 2003


Em uma corrida marcada por incidentes e pequenos acidentes, o alemão Michael Schumacher conseguiu sua sexta vitória no Grande Prêmio do Canadá, a terceira em quatro anos – e, graças a um desempenho modesto do piloto finlandês Kimi Raikkonen (6º), assumiu a liderança do Campeonato Mundial de Fórmula 1. Rubens Barrichello, tal qual Raikkonen, também teve atuação discreta e ficou em 5º lugar, resultado que o rebaixou para o 6° lugar na tabela de pontos, quando a temporada chega à metade. O circuito Gilles Villeneuve, que usa as ruas do parque da ilha de Nossa Senhora, nos arredores de Montreal, é usado uma única vez ao ano, situação que cria dificuldades especiais para as equipes de F1. Entre essas dificuldades está a impossibilidade de acertar os carros previamente e testar pneus, além da alteração constante do asfalto. A cada volta o piso ganha mais aderência no traçado ideal (aquele que os pilotos usam para andar mais rápido) e fica mais sujo na área restante. Além disso, as curvas fechadas e a quase inexistência de áreas de escape limitam sobremaneira as chances de corrigir manobras erradas e também ultra-passagens frustradas.

O colombiano Juan Pablo Montoya selou suas chances de vitória logo no início da corrida, quando rodou no esse que dá acesso à reta dos boxes. Sorte dele que uma providencial e rara área de escape existe exatamente nesse local. Outro ponto crítico do circuito é a primeira sequência de curvas, todas de baixa velocidade. A principal vítima foi Rubens Barrichello, que danificou sua Ferrari ao tocar no Renault de Fernando Alonso. A corrida do Canadá encerrou a primeira metade das 16 provas do campeonato e deu novas cores à disputa pelo título da temporada: Michael Schumacher passou a liderar o certame e os carros da Williams-BMW mostraram desempenho consistente durante todo o fim de semana, a ponto dos dois pilotos da equipe ocuparem a primeira fila do grid e completarem o pódio junto com o piloto da Ferrari. Mais do que isso, a Bridgestone conseguiu derrotar mais uma vez a Michelin na guerra dos pneus. Do superior Schumacher há de se destacar a autoridade como ele controlou o ritmo da prova depois que assumiu a liderança. Como que a evitar revelar o verdadeiro potencial da Ferrari 2003-GA, o atual campeão só abriu vantagem quando quis e de maneira humilhante: nas duas últimas voltas acelerou e quase evitou que Ralf Schumacher, Juan Pablo Montoya e Fernando Alonso dividissem com ele a foto que registrou o movimento da bandeira quadriculada. No pódio, seu irmão Ralf não conseguiu evitar a expressão de quem aceitava uma situação clara: com Michael e sua Ferrari disputando a mesma prova, não dá para pensar em vitórias tão cedo…



A primeira seqüência de curvas após a largada, o cotovelo no extremo oposto aos boxes e o esse que dá acesso à reta de chegada mais uma vez protagonizaram momentos importantes do GP do Canadá. Este ano, porém, as consequências dos erros dos pilotos tiveram pouco impacto nos orçamentos cada vez mais combalidos da maioria das equipes. Dois pilotos brasileiros foram os mais penalizados nesses pontos críticos do circuito Gilles Villeneuve: Rubens Barrichello largou em 5º e tentou ganhar uma posição sobre Fernando Alonso quando tocou a traseira do Renault do piloto espanhol com o bico da sua Ferrari. Inicialmente, se pensou que apenas o bico tinha sido afetado no incidente, porém, voltas depois, a fixação do defletor aerodinâmico esquerdo não resistiu e soltou-se do carro, afetando o equilíbrio do monoposto italiano. Ainda na primeira volta, Antônio Pizzonia e Jarno Trulli não se entenderam ao percorrer o cotovelo onde se situavam os antigos boxes do circuito canadense. Pizzonia conseguiu chegar ao pit lane e, de bico trocado, retornou à disputa. Indiferente a todos esses detalhes, Ralf Schumacher imprimiu ritmo forte, tentando conseguir vantagem suficiente para preservar a liderança quando fizesse seu pit stop.


A Ferrari se incumbiu de estragar a festa e, uma vez em 1º lugar, Michael Schumacher jamais foi superado pelo irmão. Destaque para os pilotos Fernando Alonso, autor da melhor volta da prova, Justin Wilson e Jos Verstappen, que foi 9º e quase pontuou.



Quem sabe onde foi parar o espelho retrovisor direito do Williams FW24 de Juan Pablo Montoya? Será que o mecânico que instalou esse equipamento obrigatório foi o mesmo que apertou as porcas e parafusos que fixaram o espelho retrovisor esquerdo no carro de Ralf Schumacher? Curioso como de vez em quando as autoridades da FIA deixam passar faltas e infrações relativos à segurança como se tudo isso não tivesse potencial para provocar acidentes de conseqüências graves aos concorrentes. Na corrida de Montreal os espelhos acima citados chamaram bastante a atenção de quem acompanhou a prova. Levados por ventos que superavam os 300 km/h nas pequenas retas da pista canadense, eles sambavam como estandartes de uma escola de samba, roçando carroceria e capacete quando os pilotos viravam à direita e à esquerda.


Qualquer objeto, mesmo um retrovisor que pese menos de 1 kg, ganha poder quase letal se arremessado em alta velocidade. Pior ainda se ele tem extremidades pontiagudas, como os suportes que fixam o espelho na carenagem. Outra polêmica da prova canadense foi a possibilidade de Bernie Ecclestone ter comprado 46% das ações da Minardi. Tudo indica, porém, que se trata de mais uma manobra para evitar o final da equipe anglo-italiana.



Rubens Barrichello teve um fim de semana em Montreal pouco produtivo para um piloto vencedor na F1. Na prova de classificação ele travou rodas tão fortemente que a FIA autorizou a troca do pneu dianteiro esquerdo por motivos de segurança. Na largada, ele tentou melhorar sua posição (5º no grid) mas foi obrigado a parar no box logo na primeira volta para trocar o bico dianteiro. O 5º lugar na classificação final pode, eventualmente, ser considerado lucrativo frente a tantos problemas, porém, parece refletir as consequências da decisão da Ferrari em não renovar, ainda, seu contrato atual.


O fato da Scuderia ter anunciado apenas a extensão do acordo com Michael Schumacher, agora até o final de 2006, indica que as negociações com o brasileiro estão em andamento. Sob a ótica da sempre especulativa imprensa italiana, no entanto, Barrichello parece próximo do fim do seu período como piloto da equipe mais famosa da Fórmula 1. Outro brasileiro, Felipe Massa, é cotado como seu provável sucessor. Em outros tempos Rubinho se tornou famoso por sua instabilidade emocional. Esse período de negociações é uma ótima oportunidade para apagar de vez essa pecha. Cristiano da Matta, tinha tudo para marcar um ponto em Montreal, mas abandonou a seis voltas do final por quebra da suspensão. Durante a corrida o mineiro manteve um ritmo forte que comprovou sua evolução na F1. Por sua vez, Antônio Pizzonia segue sem muita sorte. Seu companheiro de equipe, o australiano Mark Webber, largou em 6º — sete posições à sua frente — e terminou em 7º. Embora tenha se classificado em 10º, Pizzonia viu o final da corrida do box, pois o seu Jaguar parou na reta de chegada quatro voltas antes da bandeirada final.




Esperava-se mais dos pneus Michelin após o domínio demonstrado nas ruas de Mônaco, duas semanas atrás. O que se viu, porém, foi uma situação, no mínimo, comprometedora e que pode ter origem no processo de fabricação dos modelos usados no Canadá. No circuito Gilles Villeneuve o Renault de Jarno Trulli e o McLaren de Kimi Raikkonen tiveram o mesmo problema: a banda de rodagem de um pneu traseiro soltou-se completamente da própria estrutura do pneu. A análise do problema certamente tomará dias dos engenheiros da Michelin, que seguramente vão refletir sobre fatos já conhecidos. Primeiro, tanto a Renault quanto a McLaren são equipes preferenciais da fábrica francesa e recebem atenção especial tanto no desenvolvimento quanto nas corridas. Segundo, os dois pneus que apresentaram problemas foram traseiros, o que indica uma possível falha estrutural, posto que são os que sofrem maior esforço devido à instalação no eixo de tração. Terceiro, é grande a possibilidade de que a falha tenha se originado em componentes fora de especificação básica para superar as exigências do piso de Montreal.

Outro ponto importante é que tanto a Renault quanto a McLaren aceitaram a proposta da Michelin para esta temporada, que consiste em desenvolver um sistema de suspensão e não apenas pneus para o carro. Uma situação que pode abreviar o tempo de investigação do problema. Mais um detalhe importante nessa situação é o fato de que enquanto a Michelin trabalha com três equipes de ponta — McLaren, Williams e Renault —, a Bridgestone aposta todos os seus yens na Ferrari, que é a única equipe a bater aquelas equipadas com pneus da marca francesa. São, portanto, duas filosofias diferentes de enfrentar o desafio proposto pelas corridas de F1. Na busca pela vitória, os engenheiros de pneus mesclam as especialidades da química e da mecânica para decifrar qual a solução mais adequada à rugosidade e porosidade do piso, às características de cada circuito (tipo de curvas, velocidade média, temperatura ambiente) e, finalmente, às exigências de cada chassi. Como as informações adquiridas mecânica e eletronicamente são comparadas com os dados fornecidos pelos pilotos, o erro humano está sempre presente.




O FIM DE SEMANA

Investimento em alta:
O piloto de Fórmula 1, Justin Wilson, negocia a sua vaga e o seu salário nas bolsas de valores. O competidor inglês tem sua carreira gerenciada pelo ex-piloto de F1, Jonathan Palmer, e disse em uma entrevista coletiva que pode até correr de graça para um time que seja melhor do que a Minardi, sua equipe atual. “O saiário do piloto tem de vir com ele mesmo e pode ser investido no mercado de ações, por exemplo”, disse Wilson e seu empresário, Palmer.


Turquia pode sediar GP:
Mais um país pronunciou-se oficialmente perante a FIA, com a intenção de sediar um grande prêmio de Fórmula 1. A Turquia, por meio da Federação Turca de Automóvel, quer abrigar uma etapa da F1 em 2005. O local escolhido foi a cidade de Kurtnov, próxima à capital Istambul.


“Duvido que o Schumacher fique na F1 até 2006″:
A Ferrari anunciou a renovação de contrato de Michael Schumacher e de todo o corpo dirigente da sua equipe de F1 até 2006. Com isso, Jean Todt, Ross Brawn, Paolo Martinelli e Rory Byrne poderão continuar o trabalho que já rendeu, desde 1996 quando foram contratados juntos pela Scuderia, quatro títulos de construtores (de 1999 a 2002) e três títulos de pilotos de 2000 a 2002). O único que não teve sua renovação feita foi Rubens Barrichello, que tem contrato até 2004. Segundo a diretoria da Ferrari, “nada está sendo especulado sobre uma eventual aposentadoria do piloto, como estava acontecendo com Schumacher e, por isso, não houve a pressa de acertar as coisas, neste caso, para a temporada de 2005″. Apesar disso, rumores indicam que a permanência do competidor brasileiro no time depende da atual temporada e que até uma possível quebra de contrato poderia ocorrer para a temporada 2004, obrigando Barrichello a sair do time.


Adiada a estréia do MP 4-18:
O diretor esportivo da Mercedes, Naubert Haug, afirmou que o novo modeio da McLaren, o MP 4-18, deverá fazer sua estréia somente no Grande Prêmio da Inglaterra, em Silverstone, dia 20 de julho. Previsto para estrear no GP da Europa, em Nürburgring, dia 29 de junho, o adiamento se deve à confiabilidade. O carro tem potencial para ser expiorado, mas precisamos trabalhar mais na sua confiabilidade para corrida”, disse Haug. Enquanto isso, o time continua com o modelo MP 4-17D.


Montoya e Gordon trocam de carro:
Juan Pablo Montoya e Jeff Gordon se encontraram na pista de Indianápolis para um teste diferente. O colombiano andou pela primeira vez em um carro da Nascar. O mesmo aconteceu com o norte-americano, que teve a oportunidade de pilotar um modelo de Fórmula 1 pela primeira vez na vida. Montoya deu seis voltas com o Chevrolet Nascar de Gordon. Já o americano percorreu o circuito misto de Indianapoiis por sete voltas. O colombiano ficou impressionado com a potência do carro de turismo, enquanto o que mais chamou a atenção oe Gordon quando estava pilotando o Willimas foi a “velocidade com que as curvas apareciam”.



 
fonte: http://f1gps.wordpress.com

Minuto a Minuto Treino do GP de Abu Dhabi de 2011


Você esta no trabalho ou por algum outro motivo esta sem TV e só tem a internet e por isso não consegue acompanhar os treinos da F1? Que tal clicar ali no nosso menu onde tem o F1 ao Vivo e acompanhar minuto a minuto os treinos.

Aqui mais informações sobre a programação do GP.
Abaixo parte do que você poderá ver.


fonte: terra.com.br

Thursday, November 10, 2011

Propaganda: F1 & Caloi


A coluna Merchandsing desta quinta é ilustrada por Jody Scheckter, Patrick Depailler, James Hunt, Niki Lauda, Ingo Hoffmann, Emerson fittipaldi e Larry Perkins durante o Grande Prêmio do Brasil de 1976 em Interlagos eles são patrocinados pela Caloi.

"Carros do Ingo" - Fusca 1973 - As mil Milhas


Com este fusca Ingo disputou junto com Alex Dias Ribeiro as mil milhas brasileira de 1973, largaram em 7°.

Programação do GP de Abu Dhabi 2011


Circuito: Yas Marina
Local: Emirados Árabes
Primeiro GP de F1: 1/11/2009
Capacidade: 50 mil pessoas
Distância de volta: 5,554 km
Voltas: 55 (305,355 km)
Curvas: 18
Velocidade máxima: 317 km/h
Pole 2010: Sebastian Vettel (Red Bull)



Horários
  • 11/11 07h00 Treino livre
  • 11/11 11h00 Treino livre
  • 12/11 08h00 Treino livre
  • 12/11 11h00 Classificação
  • 13/1111h00Corrida
Saiba mais sobre o GP de Abu Dhabi
Saiba mais sobre o circuito de Yas Marina




Veja o ranking das equipes mais rápidas em pit stops na temporada de 2011

Em um balanço geral, as líderes no quesito pit stop, Red Bull e Mercedes, são, em média, 0,3s mais velozes do que a McLaren, 0,4s mais rápidos que a Force India, e terminam suas paradas 0,5s antes do que a Ferrari.

A equipe mais lenta no quesito é disparadamente a Hispania Racing Team, que faz suas paradas 1,6s mais lentas do que as outras piores ranqueadas.

Veja o ranking das equipes mais rápidas em pit stops na temporada

1º - Red Bull - 8 vezes com o pit stop mais rápido - 9 vezes mais veloz no total de paradas
2º - Mercedes - 7 vezes com o pit stop mais rápido - 5 vezes mais veloz no total de paradas
3º - McLaren - 1 vez com o pit stop mais rápido - 2 vezes mais veloz no total de paradas - 0,3s mais lenta que as líderes
4º - Force India - 1 vez mais veloz no total de paradas - 0,4d mais lenta que as líderes
5º - Ferrari - 1 vez com o pit stop mais rápido - 0,5s mais lenta que as líderes

Wednesday, November 9, 2011

Uma volta Bastou



É, o Schumi precisou de 1 volta em GP para arrasar um piloto com mais de 14 anos de experiência. Schumacher foi posto na F1 pela Mercedez, já que o alemão fez parte do projeto de pilotos da Mercedes, junto com outros que emergeriam a F1 depois como Wendingler e Frentzen. A Mercedes pagou ao que se fala US$ 50 mil para por o Schumi em Spa no lugar do preso Gachou rsrs. Schumi não conhecia Spa, mas fez uma treino espetacular, terminando em 7. Lugar. Na largada ele voa pra cima de pilotos tarimbados, Nelson Piquet, Jean Alesi, Berger, e Moreno, frita pneu, anda veloz por alguns metros, mas a Jordan 7Up verde metálico, sucumbiu em menos de 7Km, problemas de cambio tiraram Schumacher da corrida, mas até o fim daquela semana ele já tinha assinado com Briatori. COmo li numa entrevista do metrosexual barrigudo Briatori, ele disse que bastou 1 volta pra achar que Schumacher era um futuro campeão, e valia a pena sacar o Moreno. Uma pena Moreno era muito simpático e simplório, mas faltou a ele dentro várias outras coisas,$$$ como Schumi tinha da Mercedes e claro arrojo que sobrava ao jovem de 21 anos.

O verdadeiro Brasileiro de Marcas


Tenho certeza de que serei crucificado pelo que vou falar, mas sou contra esse novo Brasileiro de Marcas. Simplesmente porque na minha opinião, não passa de uma"categoria de mentirinha", que serve tão somente para os endinheirados pilotos da Stock treinarem suas habilidades. Tudo muito bonito, boa divulgação e até um bom público, mas... Carrocerias diferentes e um único motor?! A mesma promotora da Stock Car (que vive dando vexame)?! Pouquíssimos (se é que há) são os pilotos que não disputam a "categoria top brasileira"... Estranho não?!


Para que todos entendam o meu questionamento, vamos aos fatos: os certames regionais de Marcas e Pilotos estão pegando fogo! No Rio Grande do Sul temos uns 50 carros, em São Paulo outros 40, no Rio tivemos 30 carros alinhando no último fim de semana.

E o grande barato dessas corridas é que vemos os mesmos carros de rua. Uma infinidade de Corsas, Celtas, Gols, Kas, Palios, Clios, Peugeots 206 e alguns outros modelos... O grande problema está no regulamento, pois cada estado utiliza o seu, não existindo uma padronização. Tenho certeza de que todos são muito bons, vide o equilíbrio que existe entre todos os modelos.


Campeonato Goiano de Marcas e Pilotos (2011)

Uma atitude legal da CBA (e estamos precisando de uma, faz tempo) seria promover um consultor de cada estado para que fosse criado um único regulamento técnico de Marcas e Pilotos, visando um campeonato unificado da categoria. Não seria difícil imaginar umBrasileiro de Marcas de verdade: modelos de rua, com regulamento unificado e baixo custo para o piloto/equipe. 

Só para suposição, teríamos uma etapa do brasileiro por mês coincidindo com os certames regionais e pontuação diferenciada. Se pensarmos inicialmente em RS, PR, RJ, SP e MG já teríamos cinco etapas, e uma etapa final em pista neutra com pontuação dobrada seria um atrativo. Poderia ser incluso no regulamento o descarte, visando a impossibilidade de alguns competidores de participar de todas as etapas.


É só uma idéia, um sonho na verdade... Coisa que não é tão difícil de se ter. O grande problema é a realização, ainda mais quando diz respeito ao nosso vergonhoso automobilismo brasileiro.


Veja mais sobre automobilismo no Blog do Boueri 

Tuesday, November 8, 2011

Fagulhas: Nelson Piquet

A coluna Fagulhas desta terça é ilustrada pelaWilliams do tri campeão Nelson Piquet durante a temporada de 1987. Em 1987 Piquet sagrou-se tri camepão durante os treinos do GP do Japão onde o inglês Nigel Mansell sofreu um acidente, dando assim o titulo para o Brasileiro.

Raio X: Auto Union Type C


Informações Técnicas
  • Modelo: Auto Union Type C
  • Anos 1936 - 1937
  • Motor: 45 deg V16
  • Maker: Auto Union Bore X Stroke: 75 X 85 mm
  • Ano: 1936-37
  • Capacidade: 6,006 CC
  • Class: Grand Prix Power: 520 bhp at 5,000 rpm
  • Wheelbase: 114.5 in Track: 54 in front and rear
  • Pneus: 5.25x17 front and 7x19 rear
  • Velocidade Máxima: 34 Km/h
  • Fuel Consumption: 4 mpg

Sunday, November 6, 2011

O adeus?

Parece certa a saída de Rubens Barrichello da Williams no final desta temporada. A situação se parece muito com a que aconteceu com ele mesmo ao final de 2008. Com poucas vagas no grid de 2012, a pergunta que todos se fazem é a mesma: para onde Rubinho vai? 

Antes de dar a minha opinião, vou voltar um pouquinho no tempo...

Rubens está na categoria desde 1993, quando estreou pela promissora Jordan (não me lembro desta época). Lembro-me dos tempos de Stewart, Ferrari, Honda, Brawn e os atuais na Williams. E é sobre eles que eu vou falar.

Barrichello já é um vencedor. Permanecer por 19 temporadas consecutivas na categoria máxima do automobilismo não é para qualquer um. Vale ressaltar que Rubinho nunca foi um piloto pagante. Nunca carregou consigo patrocinadores expressivos, o que certamente aumenta consideravelmente este feito.

Com a modesta Stewart, beliscava pontos aqui e pódios acolá. Chegou a fazer uma pole, e quase venceu em Mônaco. Apesar de a única vitória da equipe ter sido conquistada pelo companheiro Johnny Herbert, Rubinho foi o que trouxe mais resultados expressivos para a equipe.

Em 2000, foi contratado pra substituir Eddie Irvine na poderosa Ferrari. Tendo Michael Schumacher como companheiro de equipe, conseguiu a primeira de suas 11 vitórias e muitas de suas 14 poles.  Foi vice-campeão em 2002 e 2004, mas a vitória em um GP Brasil e o sonhado título mundial teimavam em não vir.

Em 2006 se juntou à equipe Honda, e sofreu com um carro que não era nem de longe competitivo. Com a saída da montadora japonesa no final de 2008, viu sua continuidade na F1 ameaçada. Em 2009, ressurgiu (junto com Jenson Button) na meteórica BrawnGP. Venceu corridas, frequentou o pódio e lutou pelo título até o final daquela temporada. 

Em 2010 se juntou à outrora gloriosa equipe Williams, e desde então vêm sofrendo com um carro muito ruim e a falta de estrutura financeira da equipe.


Nestes anos todos, Rubinho teve performances dignas de um campeão (sua primeira vitória, por exemplo, veio em uma corrida antológica). Disputou posições roda com roda (a ultrapassagem sobre Schumacher na Hungria em 2010 me veio à cabeça), venceu corridas, chorou e sambou no pódio, sobreviveu a um sério acidente (Ímola, 94), se adaptou a todas as mudanças de tecnologia ao longo destes 19 anos...

... E com isso se tornou um dos pilotos mais completos e respeitados da F1 atual. Seu currículo é de dar inveja em muita gente. Para completar, correu contra dois dos maiores nomes das pistas: Senna e Schumacher.

No que ele fica devendo a eles ou qualquer outro campeão mundial? Em nada! Ao povo brasileiro? Menos ainda! Explico: o nosso país tem uma cultura idiota de valorizar somente o primeiro lugar. Não só a vitória coroa o resultado, ou o verdadeiro campeão. Rubens é um exemplo de motivação, de superação, de vitória, respeito, educação, e principalmente de amor ao país e ao esporte ao qual dedicou sua vida até hoje.

Para onde ele vai, eu sinceramente não sei. Mas se por um acaso vier a se despedir da F1 no último GP dessa temporada, em Interlagos, eu espero que o público presente lhe dê uma bela e merecida despedida.

Valeu Rubinho!!!


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Separados no Nascimento: Gerhard Berger & Ricardo Gomes



Neste domingão achamos mais uma separação no berçário dessa vez entre os irmãos Gerhard Berger e Ricardo Gomes.