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Wednesday, July 6, 2011
O outro lado da Curva Tamburello
Friday, June 10, 2011
Stirling Moss

Stirling Moss competiu na mesma época de Juan Manuel Fangio e foi quatro vezes consecutivas vice-campeão mundial de F1 (1955 a 1958). O agora ex-piloto abandonou as competições de alto nível um ano após sofrer um grave acidente em 1962, que deixou o lado esquerdo de seu corpo paralisado.

Sua última disputa foi uma prova de carros antigos em Le Mans, onde durante a qualificação resolveu dar fim à sua carreira. O piloto fez o anúncio em seu site oficial: "Esta tarde, eu me assustei e eu sempre disse que se me sentisse incapaz ou se estiver ficando no caminho dos outros competidores, então gostaria de me aposentar".
Um belo exemplo de vida.
Thursday, June 9, 2011
Cena inusitada
Friday, May 6, 2011
Rubens Barrichello - Pressão Inesperada

É fato que o piloto brasileiro tem a sua parcela de culpa pelos maus resultados do time, já que sua contratação se deu por sua vasta experiência, onde a Williams contava com seu conhecimento para auxiliar no desenvolvimento e acerto do carro. Ao contrário do carro da temporada passada, do qual Barrichello não participou de sua concepção, no caso do carro desta temporada o brasileiro teve participação ativa em todo o projeto desde o início.
Justamente por isso é que os maus resultados podem manchar seu currículo, justamente na parte final de sua carreira, fato que vem pressionando o piloto por bons resultados. Se o veterano piloto não sofria mais tanta pressão desde a sua saída da Ferrari, já que na Honda nada se poderia esperar, agora a pressão voltou ainda mais forte, já que além de ajudar a reerguer a Williams o piloto deve cuidar de sua história, para que a mesma não seja manchada justamente na equipe que mais confiou em seu trabalho.
Rubens Barrichello - Pressão Inesperada

É fato que o piloto brasileiro tem a sua parcela de culpa pelos maus resultados do time, já que sua contratação se deu por sua vasta experiência, onde a Williams contava com seu conhecimento para auxiliar no desenvolvimento e acerto do carro. Ao contrário do carro da temporada passada, do qual Barrichello não participou de sua concepção, no caso do carro desta temporada o brasileiro teve participação ativa em todo o projeto desde o início.
Justamente por isso é que os maus resultados podem manchar seu currículo, justamente na parte final de sua carreira, fato que vem pressionando o piloto por bons resultados. Se o veterano piloto não sofria mais tanta pressão desde a sua saída da Ferrari, já que na Honda nada se poderia esperar, agora a pressão voltou ainda mais forte, já que além de ajudar a reerguer a Williams o piloto deve cuidar de sua história, para que a mesma não seja manchada justamente na equipe que mais confiou em seu trabalho.
Friday, April 15, 2011
COMPETITIVIDADE NA CATEGORIA E INTERESSES COMERCIAIS
Inicialmente, esse tipo de ameaça não é novidade, mas jamais foi cumprida, principalmente diante dos interesses comerciais da equipe, da montadora e da Fiat (proprietária das duas primeiras) na categoria. De fato as mudanças tornam o esporte mais artificial, mas não podemos negar que as inovações trazidas para esta temporada aumentaram a emoção das provas. Será que Montezemolo prefere os tempos de Schumacher e monotonia das corridas da época?
A F1 é um esporte caro, onde o avanço tecnológico dos carros chegou a tal ponto que quem tem mais dinheiro para pesquisas e desenvolvimento se sobressai sobre os demais, o que retira a competitividade da categoria. Justamente por isso é que se tenta, a todo custo, trazer a emoção de volta, com idéias mirabolantes.
Se Montezemolo não compactuar com idéias mirabolantes, uma solução muito mais simples pode ser tomada, ou seja, a redução drástica do orçamento das equipes, aliada à restrição do uso de certas tecnologias, o que poderá igualar todas as equipes que alinham no grid.
Nas categorias que nos trazem mais emoção, o fator principal para igualar os carros é justamente a utilização de certos componentes idênticos em todos os carros, como motor e chassi, dentre outros, mas obviamente o presidente da Ferrari não aceitará tais medidas, pois as mesmas afetariam diretamente nos interesses comerciais da equipe na categoria. Tanto é verdade que Montezemolo declarou que a Ferrari permanecerá na categoria enquanto lhe seja dado apoio para o desenvolvimento da tecnologia na produção de seus carros.
O esporte serve justamente para igualar os desiguais na disputa, principalmente no que diz respeito à questão financeira, mas este não é o caso da F1 e da Ferrari. Justamente por essas e outras é que a F1 não é considerada como esporte por muitos, mas essa é uma outra discussão que teremos em um outro momento.
COMPETITIVIDADE NA CATEGORIA E INTERESSES COMERCIAIS
Inicialmente, esse tipo de ameaça não é novidade, mas jamais foi cumprida, principalmente diante dos interesses comerciais da equipe, da montadora e da Fiat (proprietária das duas primeiras) na categoria. De fato as mudanças tornam o esporte mais artificial, mas não podemos negar que as inovações trazidas para esta temporada aumentaram a emoção das provas. Será que Montezemolo prefere os tempos de Schumacher e monotonia das corridas da época?
A F1 é um esporte caro, onde o avanço tecnológico dos carros chegou a tal ponto que quem tem mais dinheiro para pesquisas e desenvolvimento se sobressai sobre os demais, o que retira a competitividade da categoria. Justamente por isso é que se tenta, a todo custo, trazer a emoção de volta, com idéias mirabolantes.
Se Montezemolo não compactuar com idéias mirabolantes, uma solução muito mais simples pode ser tomada, ou seja, a redução drástica do orçamento das equipes, aliada à restrição do uso de certas tecnologias, o que poderá igualar todas as equipes que alinham no grid.
Nas categorias que nos trazem mais emoção, o fator principal para igualar os carros é justamente a utilização de certos componentes idênticos em todos os carros, como motor e chassi, dentre outros, mas obviamente o presidente da Ferrari não aceitará tais medidas, pois as mesmas afetariam diretamente nos interesses comerciais da equipe na categoria. Tanto é verdade que Montezemolo declarou que a Ferrari permanecerá na categoria enquanto lhe seja dado apoio para o desenvolvimento da tecnologia na produção de seus carros.
O esporte serve justamente para igualar os desiguais na disputa, principalmente no que diz respeito à questão financeira, mas este não é o caso da F1 e da Ferrari. Justamente por essas e outras é que a F1 não é considerada como esporte por muitos, mas essa é uma outra discussão que teremos em um outro momento.
Monday, March 21, 2011
SIMPLE THE BEST
Mas hoje decidi não falar de Felipe Massa, que se declarou favorável às ordens de equipe. Também pudera, piloto da Ferrari e submisso como o é não poderia agir de outra forma. Não vou falar, também, da McLaren, da Williams e da Mercedes, que estão otimistas com o que esperam de seus carros no início da temporada. Afinal, até o dono da Hispania declarou que a equipe deu um passo à frente e que começará bem a temporada. Que absurdo!
Vou também ignorar a ameaça de greve dos pilotos, já que tal fato é inimaginável para os atuais padrões da F1, com pilotos que pensam em seus patrocinadores e, por isso, não podem desapontá-los. Talvez no passado, como já ocorreu na época de Piquet, Lauda, Prost etc., poderia acreditar em tal ameaça.
Hoje vou dedicar este humilde espaço ao maior de todos, Ayrton Senna, que hoje completaria 51 anos.
Quem me conhece sabe que considero Senna um mito, inatingível. Muitos pelo mundo afora pensam como eu. E daí que Schumacher detém todos os recordes? E daí que Schumacher ganhou sete títulos mundiais? Basta ver as circunstâncias em que o alemão ganhou seus títulos e as circunstâncias em que Senna ganhou os seus. Não vou ficar falando de feitos e números, pois o espaço seria pequeno demais.
Obrigado por existir, Senna! Obrigado por fazer nossas manhãs de domingo mais felizes. Obrigado por nos deixar mal acostumados, aliás, hábito que estamos perdendo, já que você não teve um sucessor à altura.
Onde quer que esteja, lembre-se daquela homenagem de Tina Turner, porque você é simplesmente o melhor!
SIMPLE THE BEST
Mas hoje decidi não falar de Felipe Massa, que se declarou favorável às ordens de equipe. Também pudera, piloto da Ferrari e submisso como o é não poderia agir de outra forma. Não vou falar, também, da McLaren, da Williams e da Mercedes, que estão otimistas com o que esperam de seus carros no início da temporada. Afinal, até o dono da Hispania declarou que a equipe deu um passo à frente e que começará bem a temporada. Que absurdo!
Vou também ignorar a ameaça de greve dos pilotos, já que tal fato é inimaginável para os atuais padrões da F1, com pilotos que pensam em seus patrocinadores e, por isso, não podem desapontá-los. Talvez no passado, como já ocorreu na época de Piquet, Lauda, Prost etc., poderia acreditar em tal ameaça.
Hoje vou dedicar este humilde espaço ao maior de todos, Ayrton Senna, que hoje completaria 51 anos.
Quem me conhece sabe que considero Senna um mito, inatingível. Muitos pelo mundo afora pensam como eu. E daí que Schumacher detém todos os recordes? E daí que Schumacher ganhou sete títulos mundiais? Basta ver as circunstâncias em que o alemão ganhou seus títulos e as circunstâncias em que Senna ganhou os seus. Não vou ficar falando de feitos e números, pois o espaço seria pequeno demais.
Obrigado por existir, Senna! Obrigado por fazer nossas manhãs de domingo mais felizes. Obrigado por nos deixar mal acostumados, aliás, hábito que estamos perdendo, já que você não teve um sucessor à altura.
Onde quer que esteja, lembre-se daquela homenagem de Tina Turner, porque você é simplesmente o melhor!
Thursday, March 17, 2011
Idade não é problema

Na história da F1 muitos pilotos competem com idade avançada para os padrões esportivos, mas tal fato não é óbice para a obtenção de bons resultados. Na Fórmula 1 moderna, Nigel Mansell é um bom exemplo. O leão foi pela única vez campeão da categoria em 1992, com 39 anos de idade. No ano seguinte ainda conquistou o título da Indy.
É fato que a F1 exige muito do piloto no que diz respeito à questão física, mas desde que o piloto esteja bem preparado para suportar a pressão gerada na condução de seu carro a idade não é obstáculo para uma longa carreira.
Com a evolução da medicina, cada vez mais as carreiras serão longas e se um piloto tiver qualidade disputará muitas temporadas. Justamente por isso é que acredito que Vettel pode bater o recorde de Schumacher e conquistar mais títulos mundiais que o compatriota.
Esta é a lista dos 10 pilotos mais velhos a alinhar no grid:
Giuseppe Farina (46 anos e 276 dias)
Juan Manuel Fangio (46 anos e 41 dias)
Piero Taruffi (45 anos e 219 dias)
Jack Brabham (43 anos e 339 dias)
Sam Hanks (42 anos e 321 dias)
Nigel Mansell (41 anos e 97 dias)
Lee Wallard (40 anos e 264 dias)
Maurice Trintignant (40 anos e 200 dias)
Graham Hill (40 anos e 92 dias)
Idade não é problema

Na história da F1 muitos pilotos competem com idade avançada para os padrões esportivos, mas tal fato não é óbice para a obtenção de bons resultados. Na Fórmula 1 moderna, Nigel Mansell é um bom exemplo. O leão foi pela única vez campeão da categoria em 1992, com 39 anos de idade. No ano seguinte ainda conquistou o título da Indy.
É fato que a F1 exige muito do piloto no que diz respeito à questão física, mas desde que o piloto esteja bem preparado para suportar a pressão gerada na condução de seu carro a idade não é obstáculo para uma longa carreira.
Com a evolução da medicina, cada vez mais as carreiras serão longas e se um piloto tiver qualidade disputará muitas temporadas. Justamente por isso é que acredito que Vettel pode bater o recorde de Schumacher e conquistar mais títulos mundiais que o compatriota.
Esta é a lista dos 10 pilotos mais velhos a alinhar no grid:
Giuseppe Farina (46 anos e 276 dias)
Juan Manuel Fangio (46 anos e 41 dias)
Piero Taruffi (45 anos e 219 dias)
Jack Brabham (43 anos e 339 dias)
Sam Hanks (42 anos e 321 dias)
Nigel Mansell (41 anos e 97 dias)
Lee Wallard (40 anos e 264 dias)
Maurice Trintignant (40 anos e 200 dias)
Graham Hill (40 anos e 92 dias)



