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Wednesday, July 6, 2011

O outro lado da Curva Tamburello

O portal Terra publicou hoje uma matéria muito interessante sobre o outro lado da Curva Tamburello, que vitimou Ayrton Senna. As fotos abaixo mostram uma homenagem ao piloto brasileiro que poucos conhecem.








Uma tribuna recebeu o nome do tricampeão.

Por 28 euros é possível reservar lugar na cena brasiliana que acontece às terças-feiras no restaurante River 9, às margens do Rio Santerno, na cidade italiana de Imola. No cardápio, churrasco e antipasto, bebida não incluída. Os brasileiros que comparecem ao evento dificilmente ignoram que a poucos metros das mesas ao ar livre, do outro lado do pequeno leito de água calma, fica a curva Tamburello - palco do trágico acidente que tirou a vida de Ayrton Senna em 1994.

Do outro lado da Tamburello, em um quiosque no interior do circuito, animados senhores protagonizam embates de baralho. Mas um deles, ao lado da mesa, ignora o carteado e mira o campo de futebol com gramado perfeito, localizado logo atrás da tribuna principal de imprensa e arquibancadas, nomeada "Ayrton Senna".

Começa o treino do Imolese, time da cidade que, após falências em 2005 e 2008, sofre na disputa da Eccellenza - o campeonato regional da Emilia-Romagna pelo acesso à quinta divisão nacional. Desanimado, o torcedor comenta as chances de escalada de volta à divisão C-2, o mais alto patamar já alcançado pelo clube: "quem dera".

A alguns metros dali, um espaço com a estátua do piloto brasileiro serve de memorial. Mas na cerca oposta, que guarda o verdadeiro local da colisão, bandeiras do Brasil e flores envelhecem penduradas. A precariedade do barranco próximo ao rio explica porque o muro precisava ficar tão próximo à antiga curva - agora alterada e transformada em uma grande área de escape.

Apesar de cadeados e cercas por todo o traçado, neste local o alambrado está resignadamente escancarado: qualquer um pode acessar essa parte da pista, ainda que irregularmente.

Hoje em dia o autódromo de Imola (oficialmente Enzo e Dino Ferrari) se confunde com a cidade de pouco mais de 60 mil habitantes. Na sua origem, estradas que ligavam o pequeno centro aos povoados vizinhos serviram de base para o circuito. Na prática, vários trechos seguiram abertos ao trânsito até 1980, quando a pista foi definitivamente cercada. Entretanto, a parte interior do traçado tem vida própria, e pode ser acessada por qualquer dos diversos túneis que passam abaixo da pista.

O Grande Prêmio que levava o nome de San Marino - pequena república independente a 100 km de Imola - estendeu-se de 1981 a 2006, mesmo com a fatídica edição de 1994. E assim como no calendário do automobilismo, o circuito parece perder o papel de protagonista mesmo em seu território.

"Quer ver onde morreu o ragazzo?", pergunta Giovanni Ferri, dono de uma das diversas casas na parte interior do autódromo. "Foi aqui nessa variante", explica, apontando para a última curva antes da reta dos boxes, a nova Variante Bassa. "É o segundo que morre. Isto aqui é um desastre."

Na verdade, o morador da via Malsicura (sugestivo nome da rua paralela à reta dos boxes) se refere a Gabriele Nannini, 38 anos, que em 2010 pagou 80 euros para andar com sua moto por 20 minutos no traçado histórico. Perdeu o controle na última curva, bateu no muro de proteção e morreu a caminho do hospital. Em abril, caso idêntico ocorreu com Alessandro Tasselli, chef de cozinha de 35 anos e piloto amador.

"Eles pagam para correr no circuito, mas não são tão bravos. Refizeram esta variante aqui, só que ficou muito estreita", aponta com a propriedade de quem mora em frente ao local há mais de três décadas.

Desde 1994 reformas tentam recuperar a credibilidade do autódromo. Nos treinos livres daquele ano, Rubens Barrichello foi para o hospital após decolar sobre a antiga Variante Bassa. Na classificação, Ratzenberger morreu ao chocar-se contra o muro na curva Villeneuve. Com os riscos inerentes ao esporte como justificativa, a corrida do dia seguinte não foi cancelada.

Um acidente logo na largada jogou destroços para as tribunas e feriu nove pessoas, uma gravemente. O safety-car foi acionado para reduzir o ritmo dos carros e permitir a limpeza dos detritos. Naquelas condições, a temperatura dos pneus cai abaixo do recomendável, assim como sua aderência. Uma quebra na barra de direção e um pedaço da suspensão que penetrou o capacete formam o quadro explicativo mais aceito para a morte de Ayrton Senna.

"Senna?", diz Ferri apontando para a esquerda, na direção da Tamburello. "Sim, era bravo."

Ele sabe que a Formula 1 não volta tão cedo, mas comemora a diminuição dos eventos barulhentos na porta de sua casa. "O dinheiro está em outros lugares, então eles correm em outros lugares. Aqui há muito trabalho a ser feito, ainda." Mas para seu infortúnio, em setembro mais uma etapa do Mundial das motos Superbike passa pela sua porta. "Tem gente que mora aqui, uma escola, e um hospital do outro lado. Isso não me interessa mais tanto".

Apesar de aposentado, Ferri mantém uma rotina de trabalho que nada tem a ver com o famoso asfalto a poucos passos de sua casa. "A pensão é pouca, por isso planto aqui no meu terreno", explica, antes de desaparecer no caminho de sua horta, na direção contrária da Variante Bassa.

Friday, June 10, 2011

Stirling Moss

O britânico Stirling Moss, uma lenda vida do automobilismo mundial, anunciou sua aposentadoria. O curioso é que o anúncio do piloto, atualmente com 81 anos (17/09/1929) não se trata de uma brincadeira ou algo do tipo, pois o piloto realmente disputou provas até os dias atuais, em uma carreira de mais de 60 anos.







Stirling Moss competiu na mesma época de Juan Manuel Fangio e foi quatro vezes consecutivas vice-campeão mundial de F1 (1955 a 1958). O agora ex-piloto abandonou as competições de alto nível um ano após sofrer um grave acidente em 1962, que deixou o lado esquerdo de seu corpo paralisado.








Sua última disputa foi uma prova de carros antigos em Le Mans, onde durante a qualificação resolveu dar fim à sua carreira. O piloto fez o anúncio em seu site oficial: "Esta tarde, eu me assustei e eu sempre disse que se me sentisse incapaz ou se estiver ficando no caminho dos outros competidores, então gostaria de me aposentar".

Um belo exemplo de vida.

Thursday, June 9, 2011

Cena inusitada

Não é todo o dia que vemos um "acidente de trânsito" envolvendo um F1. Pior, o acidente foi causado pela imprudência de um pedestre, pasmem, japonês, durante uma apresentação da Red Bull no país asiático, tão bem reconhecido por sua rígida educação, inclusive no trânsito.

Friday, May 6, 2011

Rubens Barrichello - Pressão Inesperada

Rubens Barrichello vive um momento delicado não só na equipe Williams, mas em sua carreira.




É fato que o piloto brasileiro tem a sua parcela de culpa pelos maus resultados do time, já que sua contratação se deu por sua vasta experiência, onde a Williams contava com seu conhecimento para auxiliar no desenvolvimento e acerto do carro. Ao contrário do carro da temporada passada, do qual Barrichello não participou de sua concepção, no caso do carro desta temporada o brasileiro teve participação ativa em todo o projeto desde o início.

Justamente por isso é que os maus resultados podem manchar seu currículo, justamente na parte final de sua carreira, fato que vem pressionando o piloto por bons resultados. Se o veterano piloto não sofria mais tanta pressão desde a sua saída da Ferrari, já que na Honda nada se poderia esperar, agora a pressão voltou ainda mais forte, já que além de ajudar a reerguer a Williams o piloto deve cuidar de sua história, para que a mesma não seja manchada justamente na equipe que mais confiou em seu trabalho.

Rubens Barrichello - Pressão Inesperada

Rubens Barrichello vive um momento delicado não só na equipe Williams, mas em sua carreira.




É fato que o piloto brasileiro tem a sua parcela de culpa pelos maus resultados do time, já que sua contratação se deu por sua vasta experiência, onde a Williams contava com seu conhecimento para auxiliar no desenvolvimento e acerto do carro. Ao contrário do carro da temporada passada, do qual Barrichello não participou de sua concepção, no caso do carro desta temporada o brasileiro teve participação ativa em todo o projeto desde o início.

Justamente por isso é que os maus resultados podem manchar seu currículo, justamente na parte final de sua carreira, fato que vem pressionando o piloto por bons resultados. Se o veterano piloto não sofria mais tanta pressão desde a sua saída da Ferrari, já que na Honda nada se poderia esperar, agora a pressão voltou ainda mais forte, já que além de ajudar a reerguer a Williams o piloto deve cuidar de sua história, para que a mesma não seja manchada justamente na equipe que mais confiou em seu trabalho.

Friday, April 15, 2011

COMPETITIVIDADE NA CATEGORIA E INTERESSES COMERCIAIS

O presidente da Ferrari, Luca di Montezemolo, ameaçou retirar a equipe da F1 ao final do contrato atualmente em vigor, caso não haja mudança no comando da categoria. Montezemolo considera que as alterações na regra, como a utilização do KERS e da asa traseira móvel, deixam a categoria muito artificial.




Inicialmente, esse tipo de ameaça não é novidade, mas jamais foi cumprida, principalmente diante dos interesses comerciais da equipe, da montadora e da Fiat (proprietária das duas primeiras) na categoria. De fato as mudanças tornam o esporte mais artificial, mas não podemos negar que as inovações trazidas para esta temporada aumentaram a emoção das provas. Será que Montezemolo prefere os tempos de Schumacher e monotonia das corridas da época?


A F1 é um esporte caro, onde o avanço tecnológico dos carros chegou a tal ponto que quem tem mais dinheiro para pesquisas e desenvolvimento se sobressai sobre os demais, o que retira a competitividade da categoria. Justamente por isso é que se tenta, a todo custo, trazer a emoção de volta, com idéias mirabolantes.


Se Montezemolo não compactuar com idéias mirabolantes, uma solução muito mais simples pode ser tomada, ou seja, a redução drástica do orçamento das equipes, aliada à restrição do uso de certas tecnologias, o que poderá igualar todas as equipes que alinham no grid.


Nas categorias que nos trazem mais emoção, o fator principal para igualar os carros é justamente a utilização de certos componentes idênticos em todos os carros, como motor e chassi, dentre outros, mas obviamente o presidente da Ferrari não aceitará tais medidas, pois as mesmas afetariam diretamente nos interesses comerciais da equipe na categoria. Tanto é verdade que Montezemolo declarou que a Ferrari permanecerá na categoria enquanto lhe seja dado apoio para o desenvolvimento da tecnologia na produção de seus carros.


O esporte serve justamente para igualar os desiguais na disputa, principalmente no que diz respeito à questão financeira, mas este não é o caso da F1 e da Ferrari. Justamente por essas e outras é que a F1 não é considerada como esporte por muitos, mas essa é uma outra discussão que teremos em um outro momento.

COMPETITIVIDADE NA CATEGORIA E INTERESSES COMERCIAIS

O presidente da Ferrari, Luca di Montezemolo, ameaçou retirar a equipe da F1 ao final do contrato atualmente em vigor, caso não haja mudança no comando da categoria. Montezemolo considera que as alterações na regra, como a utilização do KERS e da asa traseira móvel, deixam a categoria muito artificial.




Inicialmente, esse tipo de ameaça não é novidade, mas jamais foi cumprida, principalmente diante dos interesses comerciais da equipe, da montadora e da Fiat (proprietária das duas primeiras) na categoria. De fato as mudanças tornam o esporte mais artificial, mas não podemos negar que as inovações trazidas para esta temporada aumentaram a emoção das provas. Será que Montezemolo prefere os tempos de Schumacher e monotonia das corridas da época?


A F1 é um esporte caro, onde o avanço tecnológico dos carros chegou a tal ponto que quem tem mais dinheiro para pesquisas e desenvolvimento se sobressai sobre os demais, o que retira a competitividade da categoria. Justamente por isso é que se tenta, a todo custo, trazer a emoção de volta, com idéias mirabolantes.


Se Montezemolo não compactuar com idéias mirabolantes, uma solução muito mais simples pode ser tomada, ou seja, a redução drástica do orçamento das equipes, aliada à restrição do uso de certas tecnologias, o que poderá igualar todas as equipes que alinham no grid.


Nas categorias que nos trazem mais emoção, o fator principal para igualar os carros é justamente a utilização de certos componentes idênticos em todos os carros, como motor e chassi, dentre outros, mas obviamente o presidente da Ferrari não aceitará tais medidas, pois as mesmas afetariam diretamente nos interesses comerciais da equipe na categoria. Tanto é verdade que Montezemolo declarou que a Ferrari permanecerá na categoria enquanto lhe seja dado apoio para o desenvolvimento da tecnologia na produção de seus carros.


O esporte serve justamente para igualar os desiguais na disputa, principalmente no que diz respeito à questão financeira, mas este não é o caso da F1 e da Ferrari. Justamente por essas e outras é que a F1 não é considerada como esporte por muitos, mas essa é uma outra discussão que teremos em um outro momento.

Monday, March 21, 2011

SIMPLE THE BEST

O final de semana e hoje renderam inúmeras notícias que poderiam perfeitamente ser comentadas. Claro que para um blog como este, que prima pela atualização diária, factóides como as notícias publicadas no período descrito acima deixariam este espaço repleto de novidades.

Mas hoje decidi não falar de Felipe Massa, que se declarou favorável às ordens de equipe. Também pudera, piloto da Ferrari e submisso como o é não poderia agir de outra forma. Não vou falar, também, da McLaren, da Williams e da Mercedes, que estão otimistas com o que esperam de seus carros no início da temporada. Afinal, até o dono da Hispania declarou que a equipe deu um passo à frente e que começará bem a temporada. Que absurdo!

Vou também ignorar a ameaça de greve dos pilotos, já que tal fato é inimaginável para os atuais padrões da F1, com pilotos que pensam em seus patrocinadores e, por isso, não podem desapontá-los. Talvez no passado, como já ocorreu na época de Piquet, Lauda, Prost etc., poderia acreditar em tal ameaça.

Hoje vou dedicar este humilde espaço ao maior de todos, Ayrton Senna, que hoje completaria 51 anos.

Quem me conhece sabe que considero Senna um mito, inatingível. Muitos pelo mundo afora pensam como eu. E daí que Schumacher detém todos os recordes? E daí que Schumacher ganhou sete títulos mundiais? Basta ver as circunstâncias em que o alemão ganhou seus títulos e as circunstâncias em que Senna ganhou os seus. Não vou ficar falando de feitos e números, pois o espaço seria pequeno demais.

Obrigado por existir, Senna! Obrigado por fazer nossas manhãs de domingo mais felizes. Obrigado por nos deixar mal acostumados, aliás, hábito que estamos perdendo, já que você não teve um sucessor à altura.

Onde quer que esteja, lembre-se daquela homenagem de Tina Turner, porque você é simplesmente o melhor!















SIMPLE THE BEST

O final de semana e hoje renderam inúmeras notícias que poderiam perfeitamente ser comentadas. Claro que para um blog como este, que prima pela atualização diária, factóides como as notícias publicadas no período descrito acima deixariam este espaço repleto de novidades.

Mas hoje decidi não falar de Felipe Massa, que se declarou favorável às ordens de equipe. Também pudera, piloto da Ferrari e submisso como o é não poderia agir de outra forma. Não vou falar, também, da McLaren, da Williams e da Mercedes, que estão otimistas com o que esperam de seus carros no início da temporada. Afinal, até o dono da Hispania declarou que a equipe deu um passo à frente e que começará bem a temporada. Que absurdo!

Vou também ignorar a ameaça de greve dos pilotos, já que tal fato é inimaginável para os atuais padrões da F1, com pilotos que pensam em seus patrocinadores e, por isso, não podem desapontá-los. Talvez no passado, como já ocorreu na época de Piquet, Lauda, Prost etc., poderia acreditar em tal ameaça.

Hoje vou dedicar este humilde espaço ao maior de todos, Ayrton Senna, que hoje completaria 51 anos.

Quem me conhece sabe que considero Senna um mito, inatingível. Muitos pelo mundo afora pensam como eu. E daí que Schumacher detém todos os recordes? E daí que Schumacher ganhou sete títulos mundiais? Basta ver as circunstâncias em que o alemão ganhou seus títulos e as circunstâncias em que Senna ganhou os seus. Não vou ficar falando de feitos e números, pois o espaço seria pequeno demais.

Obrigado por existir, Senna! Obrigado por fazer nossas manhãs de domingo mais felizes. Obrigado por nos deixar mal acostumados, aliás, hábito que estamos perdendo, já que você não teve um sucessor à altura.

Onde quer que esteja, lembre-se daquela homenagem de Tina Turner, porque você é simplesmente o melhor!















Thursday, March 17, 2011

Idade não é problema

Animado com a adaptação aos novos carros da F1 após uma temporada ruim e com os bons resultados dos testes de pré-temporada, Schumacher assumiu pensar em permanecer por mais um ano na categoria além do prazo do seu contrato com a Mercedes, que termina no final de 2012. Seu médico declarou que o alemão possui condição física de pilotar até os 50 anos.



Rubens Barrichello declarou, também, que não pensa em aposentadoria.

Na história da F1 muitos pilotos competem com idade avançada para os padrões esportivos, mas tal fato não é óbice para a obtenção de bons resultados. Na Fórmula 1 moderna, Nigel Mansell é um bom exemplo. O leão foi pela única vez campeão da categoria em 1992, com 39 anos de idade. No ano seguinte ainda conquistou o título da Indy.

É fato que a F1 exige muito do piloto no que diz respeito à questão física, mas desde que o piloto esteja bem preparado para suportar a pressão gerada na condução de seu carro a idade não é obstáculo para uma longa carreira.

Com a evolução da medicina, cada vez mais as carreiras serão longas e se um piloto tiver qualidade disputará muitas temporadas. Justamente por isso é que acredito que Vettel pode bater o recorde de Schumacher e conquistar mais títulos mundiais que o compatriota.

Esta é a lista dos 10 pilotos mais velhos a alinhar no grid:
Luigi Fagioli (53 anos e 22 dias)

Giuseppe Farina (46 anos e 276 dias)

Juan Manuel Fangio (46 anos e 41 dias)

Piero Taruffi (45 anos e 219 dias)

Jack Brabham (43 anos e 339 dias)

Sam Hanks (42 anos e 321 dias)

Nigel Mansell (41 anos e 97 dias)

Lee Wallard (40 anos e 264 dias)

Maurice Trintignant (40 anos e 200 dias)

Graham Hill (40 anos e 92 dias)

Idade não é problema

Animado com a adaptação aos novos carros da F1 após uma temporada ruim e com os bons resultados dos testes de pré-temporada, Schumacher assumiu pensar em permanecer por mais um ano na categoria além do prazo do seu contrato com a Mercedes, que termina no final de 2012. Seu médico declarou que o alemão possui condição física de pilotar até os 50 anos.



Rubens Barrichello declarou, também, que não pensa em aposentadoria.

Na história da F1 muitos pilotos competem com idade avançada para os padrões esportivos, mas tal fato não é óbice para a obtenção de bons resultados. Na Fórmula 1 moderna, Nigel Mansell é um bom exemplo. O leão foi pela única vez campeão da categoria em 1992, com 39 anos de idade. No ano seguinte ainda conquistou o título da Indy.

É fato que a F1 exige muito do piloto no que diz respeito à questão física, mas desde que o piloto esteja bem preparado para suportar a pressão gerada na condução de seu carro a idade não é obstáculo para uma longa carreira.

Com a evolução da medicina, cada vez mais as carreiras serão longas e se um piloto tiver qualidade disputará muitas temporadas. Justamente por isso é que acredito que Vettel pode bater o recorde de Schumacher e conquistar mais títulos mundiais que o compatriota.

Esta é a lista dos 10 pilotos mais velhos a alinhar no grid:
Luigi Fagioli (53 anos e 22 dias)

Giuseppe Farina (46 anos e 276 dias)

Juan Manuel Fangio (46 anos e 41 dias)

Piero Taruffi (45 anos e 219 dias)

Jack Brabham (43 anos e 339 dias)

Sam Hanks (42 anos e 321 dias)

Nigel Mansell (41 anos e 97 dias)

Lee Wallard (40 anos e 264 dias)

Maurice Trintignant (40 anos e 200 dias)

Graham Hill (40 anos e 92 dias)

Thursday, March 10, 2011

Williams e o "S" do Senna

Muito já se falou sobre a homenagem silenciosa da Williams a Ayrton Senna, inclusive aqui no blog.

Mas com a apresentação do novo carro da equipe o logotipo foi remanejado, devido à sua construção. Rubens Barrichello, via twitter, mostrou a nova localização da famosa imagem.

Williams e o "S" do Senna

Muito já se falou sobre a homenagem silenciosa da Williams a Ayrton Senna, inclusive aqui no blog.

Mas com a apresentação do novo carro da equipe o logotipo foi remanejado, devido à sua construção. Rubens Barrichello, via twitter, mostrou a nova localização da famosa imagem.